Israel é um país de poucos amigos, muito poucos. Desde a sua fundação que tem colecionado conflitos com os países árabes vizinhos e, recentemente, também com o Irão. Aquando da Declaração da Independência do Estado israelita, em 1948, a Liga Árabe apressou-se a dissuadir as pretensões de divisão da ONU. Invadiu Israel e reclamou a criação do Estado da Palestina. Desde então, a tensão nunca se dissipou por completo, e os confrontos entre judeus e povos islâmicos continuam a marcar a ordem do dia. Em dois extremos colocamos a questão: veremos «compreensão» por parte de Israel, ou irá ser o Sionismo a levar a melhor?
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