No último dia da navegação, o Barco Rock Fest presenteava os festivaleiros com aquele que era o nome mais esperado: Supernada. Porém, e como dita a regra, estes haviam de ser os últimos a actuar. Afinal, o último condimento a sair do prato é o melhor.
Antes daquele que é dos melhores, senão o melhor músico português, Manel Cruz, fomos quase que obrigados a assistir a Dear Sherlock. Jorravam Muse por todo o lado. Não é que seja necessariamente mau, mas comparado com o concerto bacano dos putos Nice Weather for Ducks, ficaram um bocado aquém do expectável. Para mais tarde ficaria o "Assassínio da Guitarra Portuguesa". O crime foi levado pelos Laia e pelo que pudemos apurar até à data de edição deste artigo, ainda não havia novidades no que à captura dos saltibancos diz respeito. Supernada, salvadores da pátria, como diria o bom pastor Salazar, vieram equilibrar as contas da noite. Tocaram aquilo que havia para tocar, tudo menos a Irreal, porque segundo Manel Cruz "essa já morreu".
Texto: Diogo Ferreira e Francisco Morgado GomesFotos: Bruno Carreira


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