
Com o avanço da tecnologia temos vindo a testemunhar a crescente maquinização do nosso Mundo desde a Revolução Industrial, e, certamente, não estaremos muito longe do culminar de tudo isto. Já atingimos o espaço, quebrando uma barreira de vários milhares de anos, chegámos aos computadores e telemóveis, isto sem antes passar pela telegrafia e radiofonia.
Apple
A Apple é, sem qualquer tipo de dúvida, um dos líderes do ramo da tecnologia. Quem é que, com o devido e apurado gosto por gadgets e hi-tech, não olha embasbacado para qualquer balcão onde se encontram expostos artigos desta empresa americana? Provavelmente ninguém, e até mesmo Bill Gates, fundador da Microsoft, deve ter um iPod escondido na última gaveta da sua secretária. Apesar de não ser a maior ou mais conhecida empresa de todo o mundo, perdendo (não por falta de qualidade!) para esta última mencionada, a Apple faz, provavelmente, os mais apetecidos artigos.
A sociedade está a tornar-se cada vez consumista, e com isto vem a busca pelo «último grito» de produtos na área dos computadores, telemóveis e walkmans, (perdão!) leitores de mp3. Somos cada vez mais Apple-addicted, e esta não é daquelas maçãs que, uma vez por dia, mantêm o doutor afastado. Começou nos computadores, depois passou para o iPod e iPhone e, mais recentemente, chegou ao iPad; a febre está por todo o lado e é praticamente inevitável. Seja qual for o produto que a Apple faz, ele atinge sucesso, vendendo milhões por todo o globo e aglomerando cada vez mais fãs ao clube.
Para além da tecnologia muito avançada incluída em todas as invenções Apple, esta prima claramente pelo design, tanto exterior como gráfico. A empresa de Steve Jobs consegue, de forma irrepreensível e inimitável, criar um design leve mas ao mesmo tempo agradável para qualquer uma das suas criações. E não há dúvida que uma boa parte das suas vendas são, apenas e só, devido à sua reputação e ao design do produto. Ou seja, a funcionalidade não consta nos motivos de compra de muitas pessoas.
Quanto tempo teremos de esperar até que se dê novamente uma correria às lojas para mais um iPod, iPhone, ou um iQualquerCoisa? Em tempos de crise há que duvidar do bom senso de todo este desenfreado consumo.

