Barack Obama enfrenta, no final do presente ano, as presidenciais norte-americanas. Estas, que têm suscitado tantas dúvidas quanto gargalhadas – fruto das primárias republicanas -, podem terminar “abruptamente” com o mandato do homem que queria mudar a América.
As sondagens e opiniões não são muito favoráveis a Obama, que ainda hoje trava a sua maior luta desde que chegou ao poder: a questão do plano de saúde nacional. A pouco tempo do início da campanha a lei vai ser levada ao Supremo Tribunal e pode muito bem ter um papel preponderante no desfecho das votações.
Para além do desejo de mudar os Estados Unidos da América, Obama logrou ainda convencer milhões de americanos que a mudança residia nas suas mãos. Sim, ninguém ficou indiferente ao «Yes, we can!»,e até aqui nada de censurável, mas por esta altura chovem duras críticas que apontam para uma mudança diminuta, ou até um agravar da situação do país.
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