Os Supernada, banda de Manel Cruz criada em 2002, apresentaram quinta-feira, no Lux, o seu primeiro álbum, Nada é Possível. A nostalgia que envolve o artista e todas as suas criações foi quase sempre substituída pela virilidade e pujança, com o público a prestar culto desde início.
«O mito é o [super]nada que é tudo». Aqui encontramo-nos com o verdadeiro génio de Manel Cruz. É impossível não fazer notar os fragmentos de Ornatos Violeta, Pluto ou Foge Foge Bandido que se alojam em Supernada – desde o futurismo, ao papel determinante dos sintetizadores e às inigualáveis voz, expressões e letras -, mas é inexplicável como, depois de tanto sumo que Manel Cruz já nos deu a beber, nos consegue sempre surpreender com rasgos inéditos de originalidade. As células cerebrais de Manel, está provado, renovam-se e multiplicam-se. E perduram.
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Texto por Francisco Morgado Gomes e Pedro Rebelo Pereira


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